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quinta-feira, 25 de março de 2010

O Salazagalhães

A Quimera informa-nos que também teve um Salazagalhães com monitor de 12"...

sábado, 20 de março de 2010

Recordar é Viver (?)

Para os nostágicos de uma certa música francesa, mas principalmente de quando eramos todos ( os que já tinham nascido) jovens, magros e bronzeados o ano todo, aqui deixamos a bela Sylvie Vartan, em 1962, no Olympia de Paris e na foto de baixo, dois anos depois, na Alemanha, onde o fiancé Johnny Hallyday cumpria serviço militar ( à boa maneira do Elvis).

sexta-feira, 12 de março de 2010

A Educação Feminina no 'Tempo da Outra Senhora'

Enviado por La Payita ( clicar sobre a imagem)

domingo, 31 de janeiro de 2010

Cool mais Cool, não há

sexta-feira, 24 de abril de 2009

E, já agora, onde é que estava no 25 de Abril?

Esta frase celebrizada pelo jornalista Baptista-Bastos
é a base para mais um desafio que vos lançamos.
Contarem aqui, para todos, como foi esse vosso dia.
O 25 de Abril de 1974.
Não queremos elogios ou críticas à efemèride.
Mas também não as proibimos.
A Censura acabou nesse dia.
Apenas o relato, verdadeiro, sem toques de pintura,
de como foi esse vosso dia, de manhã à noite.
Começo eu...


Nessa época trabalhava em Publicidade.
Numa Agência na Av.28 de Maio, que no pós
mudaria o nome para Avenida das Forças Armadas,
junto a Entrecampos.
De manhã, saí de casa, em Benfica, à Av. do Uruguai,
depois de ouvir na Rádio que algo se estava a passar
e de ter recebido alguns telefonemas contraditórios.
Que era um Golpe de Estado da Direita,
que, não senhor, era do reviralho.
Lá fui eu, até ao meu local de trabalho, onde passei o tempo
a ouvir Rádio com outro rapaz que lá estava, o Damasceno.
"Aqui Emissora da Liberdade"dizia a Rádio Comercial.
Apelos à tranquilidade, a que as pessoas permanecessem em casa.
E depois a notícia de que os Supermercados iriam fechar as portas,
para impedir uma corrida excessiva da população.
Claro que eu, e o outro, corremos logo ao supermercado
da Estados Unidos da América, que estava mesmo a encerrar,
e enchemo-nos das coisas mais essenciais.
Depois, já mais aconchegados, fomos cada um para sua casa.
O resto do dia foi passado, frente ao televisor, ainda a preto e branco
a ver as imagens do Salgueiro Maia no Largo do Carmo,
onde o meu Pai trabalhava.
Do Marcelo Caetano a sair do Quartel com os vários Ministros,
E do meu futuro cunhado, na altura nem sonhávamos,
o Fernando Balsinha, a ler os primeiros comunicados
do MFA, Movimento das Forças Armadas.
Gostaria de ter um dia emocionante para contar aos meus Filhos,
que não se apercebem, sequer, muito bem,
o que foi isso do tal 25 de Abril.
Com tanques, tiros e cravos...
Mas para mim, o Dia da Revolução foi assim um bocado
para as pantufas, em frente ao televisor...
Agora são vocês, mas não vale mentirinha...

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Muro




"...Corria a década de sessenta quando o muro ainda dividia Berlim, não se vislumbrando no horizonte quando seria possível ver a Alemanha de novo reunida. Cheguei ao Aeroporto, então quase completamente rodeado de prédios do lado Ocidental, obrigando os pilotos a cuidados redobrados, mas tudo correu sem sobressaltos e em poucos minutos estava no Hotel, situado muito perto da Avenida mais importante daquela cidade e onde se via uma Catedral ainda mostrando a destruição parcial provocada por um bombardeamento durante a Segunda Grande Guerra, que esteve na origem da divisão do País e, posteriormente, da construção do incrível Muro.
Para abreviar, não vos contarei o objectivo da viagem, relacionada com um Festival de Cinema e onde até tive o privilégio de conversar com o grande Peter Ustinov, porque o que mais me interessou foi ver de perto o Muro e, sobretudo, saber se o poderia atravessar.
Lá acabei por saber que os portadores de passaporte estrangeiro poderiam ir até uma estação de metropolitano e seguir até Berlim Oriental.
Foi o que fiz não sem algum receio. A composição passou por duas ou três estações sem parar, estavam semi obscurecidas e com policias nas plataformas, até que cheguei a uma paragem que servia como fronteira e onde o passaporte foi demoradamente examinado.
Foi então que, com alguma emoção, iniciei um inesquecível passeio a pé pelo centro daquela Berlim, totalmente diferente em alguma da arquitectura mais recente e no aspecto da população, nos carros e em muitos outros pormenores.
Tentei chegar perto do bonito monumento que era a Porta de Brandenburgo mas uma metralhadora apontada e encostada ao meu peito, fez-me recuar, em passo e coração acelerados !
O pior foi já no final do dia.
Estava perdido na Cidade e não sabia onde se situava a única estação fronteira para voltar no metro.
Com o meu mais que reduzido conhecimento da língua, pedi a uma idosa senhora, toda de preto vestida, qual seria o caminho.
Sem palavras, mas com uma torrente de lágrimas nos seus olhos azuis, apontou o edifício que afinal estava bem perto !
Era o choro de quem sabia que eu sairia dali para a liberdade e ela teria de ficar sem saber até quando !!..."
Zé Manel

sábado, 18 de abril de 2009

Testemunho Vivo




"...Em 18 de Fevereiro de 1957, tive a sorte de poder assistir do alto do Torreão do então Ministério do Exército, no Terreiro do Paço, à inesquecível cerimónia do desembarque no Cais das Colunas, da Rainha Isabel II.

Tinha chegado a Portugal no Iate Britania que, ao entrar ao Tejo foi acompanhado no seu percurso, até fundear frente ao Terreiro do Paço, por dezenas de embarcações e saudado por navios da Marinha Portuguesa, ali aguardando o momento para embarcar no belo Bergantim Real, especialmente recuperado e preparado para aquele momento único.
Nele fez o percurso até ao Cais das Colunas onde a aguardava o Presidente da República e altas individualidades.
Após os cumprimentos da praxe e das forças militares em parada, subiu para um dos nossos belos coches, dirigido e enquadrado por pessoal com belos fardamentos do período da Monarquia, incluindo os cocheiros, sotas e trintanários, seguindo pelo Arco da Rua Augusta, atravessando Lisboa lindamente engalanada e sempre saudada por milhares de pessoas.

Se eu tiver oportunidade ainda vos relatarei alguns episódios dessa inesquecível visita que me foram relatados por alguns dos intervenientes, e se eles o autorizarem.

O Bergantim Real foi mandado construir em 1780 pela Rainha Dona Maria I e encontra-se hoje no Museu da Marinha , em Belém.
A última vez que navegara tinha sido em 1909 quando transportara para bordo do cruzador D.Carlos I, o Rei e a Rainha Dona Amélia , por ocasião do Festival Marítimo de Cascais.

E para quem tiver curiosidade em saber mais pormenores sobre a cerimónia e o Bergantim, aconselho a leitura de dois notáveis artigos escritos na Revista da Marinha, em 2007, pelo Comandante Conceição Silva , de onde tirei parte da informação aqui contida..."

Zé Manel

sábado, 24 de janeiro de 2009

Fumadores, matem as Saudades...

Há muitos, muitos anos atrás, Fumar era símbolo de Masculinidade,
de Requinte e de Sofisticação.
E a Publicidade, como sempre faz, seguia a onda
e utilizava figuras da Realeza, ou quase, do Teatro e do Cinema,
como foi o caso de Sir Laurence Olivier com direito
a uma marca exclusiva com o seu nome,
ou símbolos machões, como Marinheiros ou Cowboys.












Os anos passaram e tudo se modificou.
As Mulheres começaram a consumir mais tabaco do que os Homens, fumar deixou de ser requintado ou sinal de sofisticação, passando a ser olhado com algum desdém e desagrado por muitos, a Publicidade a tal artigo deixou de ser permitida, e a diminuição dos locais para fumadores foi drástica.
Aqui ficam, para os saudositas, algumas imagens dos"bons velhos tempos"(?).
Matem as Saudades, mas não se matem a Vocês...

sábado, 4 de outubro de 2008

Réclame


quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Réclame