Mostrando postagens com marcador Femmes Fatales. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Femmes Fatales. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de maio de 2010

Claudia Schiffer fotografada por Karl Lagarfeld

Grávida do terceiro filho, Claudia Schiffer aceitou posar nua para a edição alemã da revista "Vogue", por considerar importante "mostrar até que ponto a feminilidade pode ser bonita e que ter uma imagem positiva do corpo é possível em todas as circunstâncias".

A fotografia escolhida para ser a capa de Junho - numa revista inteiramente dedicada à modelo germânica, actualmente com 39 anos - lembra intencionalmente uma outra, feita por Annie Leibowitz, à actriz Demi Moore, então grávida de sete meses, em 1991.

E a provar, mais uma vez, que, só muito raramente, as réplicas alcançam o nível dos originais temos uma capa quente, em tons laranjas, a mostrar todo o esplendor e sensualidade da actriz norte americana versus uma alemã deslavada em tons cinzas em que o único elemento mais chamativo é o lettering ... Just my two cents!!!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Men may come and men may go...

...Mas a 'Queen' ainda está aqui para as curvas !!!

Enviado pela Quimera

domingo, 7 de fevereiro de 2010

E pensar que já tive uma 'paixoneta' por esta mulher...

Scarlett Johanssen com um vestido que nenhuma das minha 'Tias solteironas' teria a coragem de usar?
Para além, de estar a meter os pés para dentro, e de eu nunca ter tido uma 'tia solteirona', isto não se  faz a quem já ficou em 'estado de choque' ao vê-la no Lost in Translation, no Match Point, na Rapariga com pérola, e por aí fora...
O Amor é mesmo eterno...até ver uma fotografia destas !!!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Amália - José Manuel dos Santos


A sua vida foi a sua voz. Quando esta se ausentou, aquela seguiu-a - e ela começou a morrer. Esses dias do fim foram um rio sem água. Amália era o seu canto. Sem ele, sentia-se como alguém que tivesse perdido o rosto. Ela cantava, cantando-se. Era esse o seu cogito: canto, logo existo. Quando subia ao palco, procurava a salvação. Antes, ficava assustada, com medo de que ela lhe falhasse. Por isso, caminhava para lá com a ânsia de quem se dirige a um duelo. Ao cantar, as suas pulsações saltavam de oitenta para cento e oitenta. Só quando os aplausos surgiam, ela conseguia desfazer a sua aflição, destruir o seu pânico. Uma noite, Amália estava no palco. Olhei-a dos bastidores e vi uma cabeça a fazer ângulo com o mundo e um corpo atado às palavras que iam sendo cantadas. Ela sabia que, muitas vezes, se dava um milagre. Um dia, vi-a regressar ao camarim ainda trémula de transe.

As grandes vozes não têm antes, nem depois. Levam o instante à eternidade onde as ouvimos. Aí, tudo se fractura e funde num grito que não alcança o fim. As grandes vozes são um convite à perdição. Escutamo-las e deixamos de ser quem somos, ausentes de uma presença que já não nos pertence. As grandes vozes são animais selvagens que se atiram ao mundo para o tragar. São um sinal de que o homem não se esgota no homem - e de que o homem não esgotou o homem.

Uma grande cantora começa por estranhar a sua voz e o prodígio dela, para depois a tornar causa do martírio, razão do êxtase, confirmação do ser. Principia por achar nela a sua virtude e acaba por torná-la o seu vício. Ouve-a no milagre de acontecer - e, em si, todas as linhas convergem para esse ponto. Sabe que a voz é sua, mas ouve-a como se fosse alheia. Troca-se por ela. Cada grande voz é o espelho de quem a tem. Já sem voz, Maria Callas olhava o espelho vazio e, para se ver, passou os últimos anos da vida a ouvir, nas gravações que lha restituíam, essa voz perdida. Escutava-a como ela era antes de se terem traído uma à outra. Ouvia-a como quem só percebe o que perdeu depois de o ter perdido. As cantoras falam da sua voz com uma superstição mais forte do que o orgulho. Para elas, o prodígio torna-se sempre um presságio. Quando a voz lhes morre, ouvem-na como aqueles que olham nos céus os astros já mortos que continuam a brilhar na noite intacta.

Agora, lembro esse tempo em que os meus dias corriam para as minhas noites. À hora em que as luzes se acendem, eu subia a escada da casa da Rua de São Bento. Na sala, Amália estava no centro de um círculo de olhares. Com uma inteligência capaz de destruir e de construir, com uma astúcia apta a salvar ou a perder, tinha resposta para tudo, menos para o que lhe era longínquo ou indiferente. Nessa sala de azulejos, madeiras e veludos, tudo o que acontecia apontava para ela. Era lá que escolhia o que cantava, que contava histórias, que ouvia louvores. Era lá que não ouvia o que não queria ouvir. Essa sala podia ser tudo: salão aristocrático, casa de fados, acampamento de ciganos, círculo cultural, capela de aparições, consultório de vidente, camarim de intrigas, palco de teatro, onde ela fazia de Amália e nós de seus adoradores, porque menos do que isso não aceitava. Todos passavam por ali: santos e pecadores, aristocratas e plebeus, marialvas e feministas, reaccionários e revolucionários, inocentes e perversos, génios e medíocres. Ela resistia a todos, a tudo. A sua conversa era sempre uma passagem para o seu mundo. Mas só não lhe interessava o que não tinha interesse.

Costumo repetir as palavras que me dão o seu melhor retrato: Amália gostava de rir e de chorar. Tudo o resto lhe parecia inútil ou desnecessário. Ela afirmava: antes mal acompanhada do que só. Pagava por isso um preço elevado. Alcançavam-na e ela não se retirava. Levavam-na e ela deixava-se ir. Pediam-lhe e ela dava. Gostava que gostassem dela. Disse-me: "Que gostem às vezes de mim não chega. Preciso que gostem sempre. Mesmo quando não o mereço. É então que ainda preciso mais que gostem de mim."

A exposição "Amália Coração Independente", que está até ao final do mês no Museu da Electricidade e no Museu Berardo, é feita de imagens, sons, registos, documentos, objectos. De jóias, vestidos, vozes, memórias, testemunhos, obras de arte. Atravessamo-la e somos atravessados por ela. Aí a vemos perfeita e humana, jovem e idosa, encenada e espontânea, amada e caluniada, portuguesa e apátrida. Devolvida ou revelada, aí a recuperamos, a reconhecemos, a redescobrimos. Uma visitante dizia para uma amiga: "Ela era muito bonita quando era nova..." Uma espanhola, parada em frente dos diamantes, exclamava para o namorado: "Son las joyas de una reina!" Eu ouvi-as dizer isto e dei-lhes razão.

Amália era a sua voz e a sua voz era uma visão do mundo. O canto de Amália vem da morte para a vida. Nele, a ave da tragédia levanta voo e lança sobre o mar a sua sombra enorme.

José Manuel dos Santos colunista regular do "Actual"

domingo, 3 de janeiro de 2010

(Alguma) Gordura é Formosura ?

Na sondagem feita pela maior empresa britânica de educação alimentar, a "Slimming World", as Mulheres consideradas com os melhores corpos não são esqueléticas, ostentando, pelo contrário, curvas generosas.
Tal é o caso da eleita "The Best Body", a famosa Kate Winsley, que alcançou o estrelato com o célebre Titanic.
Na lista seguem-se as actrizes Kelly Brook e Halle Berry, com a cantora Beyonce na quarta posição.
Tudo Mulheres, com curvas abundantes, embora no Top 10 esteja, igualmente presente, a mais magrinha Kate Moss.






Portanto, gordinhas de todo o Mundo, aceitem-se como são.
Esqueçam as lipoaspirações e as dietas draconianas.
Mudem para uma alimentação mais saudável, façam algum exercício
e, a partir daí, gozem as vossas curvas...que NÓS agradecemos !!!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Scarlett "Gone with the Wind" Johansson


Desde que a descobri em " Lost in Translation" que sou um admirador desta moçoila, em várias vertentes, mas ao ver estes anúncios para a Dolce&Gabbana, tenho que confessar que não gostei do biquinho aqui do lado...
E é por estas e por outras que grandes paixões se desvanecem...with the Wind.

sábado, 19 de setembro de 2009

Dita Von Teese- A última Pin Up

Fetichista assumida, Dita Von Teese
é responsável pela reinvenção da estética pin-up
dos anos 40 e 50
e do termo «burlesco» associado à arte ancestral do striptease,
protagonisando espectáculos,
que incluem banho num copo gigante de Martini.

Dita não é apenas a ex-mulher do músico Marilyn Manson
nem uma mera dançarina exótica.
Ela é, actualmente um guru à escala mundial
que ensina as mulheres a pôr de lado os chinelos
e a apertar os espartilhos da elegância.






Todos nos lembramos de ver, nos filmes acerca da 2ªGuerra,
as fotografias de mulheres em posições insinuantes presas
nos armários dos soldados e marinheiros.
As pin-up girls foram um dos primeiros indícios
do que iríamos chamar, mais tarde, de cultura de massa, ou culturapop,
atingindo não só aqueles homens do front,
mas também um número incontável de mulheres que estavam
finalmente autorizadas pela sociedade a partilharem algo mais
para além das lides domésticas
- a sensualidade feminina, fantasias e jogos eróticos.











A bela e misteriosa Dita Von Teese esconde(?) um passado
de pornostar com o nome (genial) de Bedroom Betty.
E o que diz ela a isto?
Ri, desdramatizando a questão:
"Adoro os jornalistas que falam do meu "passado pornô".
É um segredo?!?
Vendo esses filmes para adultos no meu site oficial!"
Grande Dita...e cuja!!!



Posts relacionados:
http://ogalodebarcelosaopoder.blogspot.com/search/label/Femmes%20Fatales

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Contessa faz Anos Hoje

Perdão, anos faz o Povo.
Os que andam de metro, passam os fins-de-semana nos
Centros Comerciais e usam fatos de treino roxos com riscas verdes.
A Contessa, a Senhora Contessa ou Madame la Contesse, festeja hoje o seu aniversário.
Nascida há algumas décadas, noblesse oblige, no Castelo de Almourol, na altura habitação da Família, antes da sua nacionalização pelo Estado-Novo, a Contessa, precoce desde sempre, não precisou dos nove meses habituais de gestação, de que as classes populares tanto gostam, bastando-lhe sete para desabrochar sã como um pero, ou como uma framboesa, que sempre é fruta mais fina.

Desde tenra idade, acompanhada por uma perceptora inglesa que lhe ensinou a arte de cavalgar em toda a sela, a maneira de comer à mesa utilisando 54 talheres e caracóis, escargots segundo ela, com um alfinete, a Contessa usufruiu, ainda, da companhia de Lili la Cocotte, femme au pair, antiga belle de jour, e às vezes de nuit, na zona cultural parisiense do Pigalle, que lhe transmitiu conhecimentos profundos acerca da Arte do Amor, que a nossa aniversariante viria a pôr em prática no decorrer da sua atribulada vida.
A saber, french kiss em 18 lições, começando o treino com uma almofada e acabando com o filho do jardineiro, um moçoilo que, a partir daí, ficou gago, a leitura dos clássicos como Sagan, Colette, Marquis de Sade, Pitigrilli e, ainda,
como comer des huitres sem fazer aquele desagradável gruuulp...

A sua infância foi dourada, o que dava imenso trabalho diário, às empregadas de dentro, para lhe tirarem a purpurina para fora.
Teve como Padrinhos, o Conde de Barcelona e a Cilinha Supico Pinto, Presidente do MNF, e o Baile de Debutantes, em que usou um modelito de Dior, foi em Queluz , juntamente com a fina flor da sociedade da época, onde já se salientavam a Kiki Espírito Santo, a Duquesa de Alba, a Princesa Ira de Furstenberg, e outras que tais.
Os seus primeiros casos amorosos deram que falar. Começando por Juanito, um jovem cigano, que vivia nos jardins do palácio, e foi expulso quando, de madrugada, saía sorrateiro dos aposentos da fidalga. A última vez que se ouviu falar dele, continuava alistado na Legião Estrangeira, algures em Marrocos.

Para esconderem a vergonha, um casamento de conveniência foi tratado às pressas com o Grão Duque Francisco José, louro de olho azul, mas que não tinha tido lições com Lili la Cocotte, para infelicidade do casal.
Contessa começou então as suas viagens por Cap d’Antibes, Chamonix, Juan les Pins e outros endereços da high society onde teve affairs mais ou menos demorados, primeiro, com o Baronete de Unhais da Serra e mais tarde com o Duque de Aguiar da Beira, o que foi amplamente documentado nas revistas Jours de France, Flama, Século Ilustrado e, vergonha máxima, Crónica Feminina.





Frustrados que foram esses casos amorosos , e outros de menor monta com D.José, Marquês de Banha, o Ministro A. Gomes de Sá, que não é família do Bacalhau, Comandante Lopes, da Guarda do Castelo, e por aí fora, a Contessa dedicou-se às viagens, tarefa que continua a prosseguir com afinco.
Escaladas de montanhas, descida de rápidos em piroga, saltos sem paraquedas, voltas ao mundo em balão, travessias do deserto com e sem camelo, as 24 Horas Le Mans, tudo isto já a nossa aventureira aristocrata ( que inspirou os filmes África Minha e Um Chá no Deserto) experimentou.
Falta-lhe só fazer o percurso de comboio, em hora de ponta, para Massamá, mas para isso ela ainda não se sente devidamente preparada.

Vai, agora, partir de novo para o Egipto, nos finais de Maio, onde passará cerca de um mês.
Esperemos que antes disso tenha, finalmente, o seu computador de volta e regressado já ao nosso convívio.

Entretanto, aqui ficam os meus parabéns.
Parabéns Contessa . Parabéns Amiga.

terça-feira, 24 de março de 2009

Woman in Red

Não me perguntem o porquê deste post...Não vou dizer que o filme é um marco da comédia norte-americana. Não vou afirmar o meu amor pelo Gene Wilder (na realidade detesto-o). Não vou fazer comparações cinéfilas entre esta cena e a da Marylin em O Pecado Mora ao Lado.

Enfim, não tenho nada a alegar em minha defesa a não ser que a Kelly le Brock....bem a Kelly é...como hei-de dizer...vocês, Homens, ao menos, compreendem-me, não é assim?

quarta-feira, 4 de março de 2009

Parabéns a Você...

Há meio século atrás( …o que eu vou ouvir por causa
deste meio século!), nasceu no Hospital de Torres Vedras
um rechonchudo bebé, com quase 4Kg de peso,
de nome Margarida Cristina e cuja Mãe,
senhora de grande classe e perspicácia, ao mirar-lhe o perfil
pela primeira vez, pensou para com os seus botões,
que dadas as circunstâncias, não eram muitos:
”Hum, tem o narizinho empinado…vai dar
água pela barba a muita gente”.
Passados alguns anos, já a loura criança seguia as aulas
da paciente Professora Safira, mostrando toda
a sua vivacidade e inteligência.
Porém, quando entendia que o primeiro Rei de Portugal
tinha sido o D.Diniz, nada havia a fazer para lhe provar
que não era bem assim.
Depois dos primeiros estudos, chegaram os primeiros amores
com Mabé a cortar a meta como vencedor.
Ainda hoje, o infeliz, recebe tratamentos de choque…
“Adeus aldeia que eu levo na ideia nunca mais voltar…” .
A Guida já crescidota meteu
umas tamanquinhas novas numa cesta,
juntou-lhe uns lenços para a cabeça, umas farinheiras
e lá abalou ela, rumo à capital do Império.
Anos depois, continuam a perguntar-lhe,
olhando as saudáveis rosetas, se ela é do campo.
Ao que ela responde, muito admirada:
“-Mas purquéque voxemexê axa ixo?”
Passados estes anos todos,
continua a confundir o Camões com o Chiado.
Políticas. Ousar Lutar. Ousar Vencer.
Ódios e Paixões. Salemas e salames.
Benfiquista dos quatro ( bota cinco ou seis nisso) costados
e anti Sportinguista por militância.
Adora dormir em sofás, frente à lareira.
Detesta Canasta e gosta de jogar Espadinha e King.
É fã de Cozido e de Arroz maluco mas não aprecia Sushi.
Gosta de Viagens e de preguiçar aos fim-de-semana.
Livros. Ópera. Cinema.Outros amores.
Prefere a sobremesa antes das refeições.
Não aprecia as meias tintas e respeita as pessoas convictas e frontais.
Frase célebre - O Mundo é um Bidé...
Tem um Filho e uma Filha magníficos e uma Mãe superlativa.
Tem Amigos que a adoram, e entre os quais tenho a honra de estar.

Parabéns Guidinha.
Se há meio século não tivesses nascido,
o Mundo seria hoje bem mais pobre do que é.
E a Vida de todos nós, também.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Bond Girl...dá-me uma mãozinha?

Realmente nós, Homens entenda-se, só somos úteis para apertar os soutiens, e mesmo isso...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Nuestra Hermana Explosiva

Penélope Cruz, para além da sua bem visível beleza latina,
é uma actriz de talento reconhecido,
tendo ganho dois Globos de Ouro, dois Goya,
sido nomeada para o Óscar da Melhor Actriz em 2006,
e este ano como Melhor Actriz Secundária
em Vicky Cristina Barcelona, entre outros galardões de peso.
Tudo parecia indicar que esta jovem, nascida em 1974
nos arredores de Madrid, viria a desenvolver
uma carreira como bailarina, já que estudou ballet
durante nove anos no Conservatório Nacional,
seguidos de 3 anos no Ballet Espanhol com Angela Garrido,
para além de ter tido aulas de Dança Jazz.
Tudo mudaria contudo quando, aos 15 anos,
Penélope derrotou cerca de 300 outras adolescentes na audição
para escolha da intérprete de um video clip.
Os primeiros filmes de Penélope Cruz, depois de uma série francesa erótica para televisão, Série Rose, foram Jamón,Jamón e Belle Époque, que viria a ganhar o Óscar para Melhor Filme em Língua Estrangeira. Em 1999, foi a vez de Todo sobre mi Madre de Almodovar.



Conhecida pela sua forte contribuição
para Instituições de Caridade,
Penélope prestou serviço voluntário,
durante dois meses , no Uganda.

As suas relações afectivas merecem honras
das capas e páginas de La Prenta Rosa,
como foi o caso dos amores juvenis com Nacho Cano, conhecido vocalista espanhol, e mais tarde,
já na fase internacional, com Tom Cruise,
durante três anos, depois Mathew McConaughey
e, mais recentemente, com Javier Bardem.



Com mais de 40 filmes na sua, já longa, filmografia
( embora, temos que reconhecer, muitos a evitar),
Penélope Cruz é bem prova de que Beleza e Talento
podem aparecer juntos e que o facto de ter nascido
num país latino, não impede ninguém de poder vir a ser
reconhecido internacionalmente.

domingo, 28 de dezembro de 2008

A Pantera Negra

Para os apaixonados do Eusébio, e são muitos, o "Galo" lamenta informar que ainda não é desta um post sobre "O" Pantera Negra. Estou a recolher material e um dia destes cá o teremos...
Mas hoje não vão ficar a perder, com "A" Pantera Negra - Naomi Campbell.






Naomi foi descoberta por um caçador de talentos da Elite, John Casablancas, no Convent Garden, em Londres, quando saía da Escola de Dança Italia Conti, onde estudava.
Esta foi a época de ouro para as top models com o aparecimento, quase simultâneo, de Claudia Schiffer, Linda Evangelista, Cindy Crawford, Christy Turlington, Elle MacPherson, Stephanie Seymour, Paulina Poriskova e Karen Mulder.
Os maiores impulsionadores da carreira de Naomi foram Versace e Ralph Lauren. Esta, com a sua beleza exótica e traços cruzados da raça negra jamaicana e asiática, cedo se tornou uma estrela nas passerelles e não só.
A primeira modelo/manequim negra a ser capa da Vogue ou da Time, protagonizaria também campanhas publicitárias para a Guess? e para os pneus Pirelli .
Em 1995, lançou um CD, BabyWoman, do qual vendeu mais de um milhão de cópias, um livro, Swan, de suspense e outro com as suas melhores fotos, revertendo os lucros deste para
a Cruz Vermelha da Somália.






















Dona de um feitio difícil e facilmente irrascível, Naomi Campbell tem tido várias complicações com a Justiça, por alegados maus tratos físicos a empregadas domésticas, conflitos durante viagens de avião e agressão a autoridades em Aeroportos, o que lhe tem proporcionado penas leves e pesadas multas.
Em 2002, juntamente com Elle MacPerson e Claudia Schiffer, criou a cadeia de restaurantes Fashion Café, um pouco na onda do Planet Hollywood, então no máximo do sucesso.







Durante vários anos porta voz de uma Associação de Protecção
dos Direitos dos Animais, Naomi seria dispensada devido
ao facto de ter vestido peças de roupa em pele, num desfile em Milão.

Entre os seus apaixonados contam-se vários nomes célebres como o pugilista Mike Tyson, o cantor Usher,
o empresário Flavio Briatore, chefe da equipa
Renault de Fórmula 1,
o actor Robert De Niro
e, actualmente, o bilionário russo Vladislav Doromin,
senhor de uma fortuna avaliada em 2 bilhões de dólares.




É caso para repetir o que já aqui foi dito uma vez:
As raparigas Boazinhas vão para o Céu...
...as Más vão para todo o lado!!!