segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Beyonce - If I were a Boy


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E se os papéis tradicionais da Mulher e do Homem, na sociedade envolvente, se trocassem?

Um ponto de vista interessante. Como reagem os Homens, a maioria pelo menos, quando são as Mulheres a terem profissões que as obrigam a contactar e conviver com os colegas machos, a chegar tarde a casa, a viajar, deixando-lhes as obrigações domésticas?

Façam esta pergunta a vocês próprios. Conheço muitos seres masculinos, modernos, esclarecidos, open mind em teoria, que, quando postos perante a situação real e concreta, não respondem muito bem. Qual é o seu caso ?

E entretanto ouça, e veja, a Beyonce...porque ela merece.

Todos temos razões de queixa

Cartoon de Piraro

Propaganda exterior...com algo no interior

Paragem e estacionamento proibido, ou seja "allways walking",
como me disse uma vez um polícia novaiorquino
com um grande pastor alemão, de dentes arreganhados,
preso com trela curta.
O facto de terem tapado a cara da D. Manuela, até se percebe...
Votem na Avózinha apaixonada e terão tartes de cereja
e meias de lã, no Inverno, tricotadas pela própria.
E o slogan? O que fizemos na Portela, pode ser feito em Loures
...um Aeroporto?????
Depois da confusão das palavras...a confusão das imagens.
Isto, sim, é coerência !!!!

A Capa do Dia

Medicamento que evita 4 mil AVC por ano chega em 2010, esquecemo-nos?; Sporting de Paulo Bento ganha pela primeira vez, já andavamos esquecidos; 38 tribunais sem condições, esquecidos pelo Governo; será o Esquecimento uma característica nacional?

Um mar de lama

Costuma-se dier que o Futebol português é um mar de lama.
Talvez seja um bocadinho exagerado...
Ora vejam como são os desafios nas Olimpíadas da Lama,
que se realizam anualmente em Hamburgo,
no Norte da Alemanha,

Quem quer ser Milionário, carioca style

( Esta anedota é mais para ser dita que escrita,
mas como foi o meu filho Afonso que ma contou,
eu, como pai babado, não resisti.
Tentem lê-la com sutáqui brazuca, please.)

Concurso Quem quer ser Milionário, no Rio de Janeiro.
Apresentador: E se acertar estas três próximas perguntas, vai saír daqui milionário.
A primeira é...quem foi o autor de Romeu e Julieta?
Concorrente:...........
Apresentador: Vai ter que responder rápido, senão o tempo expira!
Concorrente: Sei qui expira...
Apresentador: Muito bem, acertou!!!
Agora a segunda. Quem pintou a Mona Lisa ?
Concorrente:...............
Apresentador: E só lhe dou quinze segundos !
Concorrente: Dá vinti ...
Apresentador: Já acertou duas! Falta só uma.
Como se chamava o marido da Eva?
E não se preocupe, mesmo que não acerte, já lhe vamos dar uma boa grana !
Concorrente: Ah, dão?
Apresentador: Sensacional!!! Acertou as três, temos um novo milionário !!!

Crença


domingo, 30 de agosto de 2009

Figos assados com Presunto

Ontem á tarde, debaixo dum calor terrível e com a Pretinha, a nossa burra, para os mais distraídos, a querer morder-me as costas, a Delfina e eu, andámos a apanhar figos, que comemos ao jantar, acompanhados com presunto.
Só há duas hipóteses - ou se adora, ou se detesta.
Aqui fica a receita para os do primeiro grupo.

12 figos cortados ao meio
1 colher de chá de sementes de erva-doce
12 fatias finas de presunto, cortado fino

Pré-aqueça o forno, quase no máximo.
Coloque as sementes sobre as partes cortadas dos figos e embrulhe cada uma numa fatia de presunto.
Arranje uma assadeira, tipo das sardinhas e ponha lá os figos.
Vai ao forno por 3 minutos. Vire a assadeira e deixe no forno mais 3 minutos.
Sirva morno ou frio acompanhado de prosecco ou outra bebida refrescante e borbulhante.
Use como aperitivo ou lanche, ao final da tarde.

Chef Giovanni Francesco

A Sesta - Almada Negreiros


Pierrot escondido por entre o amarello dos gyrassois espreita em cautela o somno d'ella dormindo na sombra da tangerineira.
E ella não dorme, espreita tambem de olhos descidos, mentindo o sôno, as vestes brancas do Pierrot gatinhando silencios por entre o amarelo dos gyrassois.
E porque Elle se vem chegando perto, Ella mente ainda mais o sôno a mal-resonar.

Junto d'Ella, não teve mão em si e foi descer-lhe um beijo mudo na negra meia aberta arejando o pé pequenino. Depois os joelhos redondos e lizos, e já se debruçava por sobre os joelhos, a beijar-lhe o ventre descomposto, quando Ella acordou cançada de tanto sôno fingir.

E Elle ameaça fugida, e Ella furta-lhe a fuga nos braços nús estendidos.
E Ella, magoada dos remorsos de Pierrot, acaricia-lhe a fronte num grande perdão.
E, feitas as pazes, ficou combinado que Ella dormisse outra vez.

Almada Negreiros, in 'Frisos - Revista Orpheu nº1'

Tadeo Jones em Busca do Ouro Perdido


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Ora, nada melhor para uma tarde de Domingo, do que um magnífico filme de animação, na mais pura linha Indiana Jones, só que ainda mais empolgante e com um final...inesperado.

...Não deixem de ver!!!

Susan Boyle vai ser interpretada por Robin Williams

O comediante, conhecido em "Mrs. Doubtsfire" ("Papá para Sempre", em português) pelos seus dotes de adaptação a uma personagem feminina, está agora pronto para um novo desafio do género.
Segundo o jornal "Guardian", Williams já expressou o desejo de encarnar a estrela do programa "Britain's Got Talent" num filme biográfico.
Há uns meses, o jornal britânico avançava com o nome de Meryl Streep como escolhida para o papel principal - encarnando Susan Boyle.
No entanto, essa "dica" que o jornal obteve foi contrariada esta terça-feira por um anúncio feito pelo jornal "Daily Star", segundo o qual Robin Williams será de facto o escolhido para figurar no papel principal. "Perguntaram-me se queria fazer o papel de Susan no filme. Achoa-a incrível. O vídeo em que ela canta no Britain's Got Talent foi extraordinário. Tão inspirador. Foi um choque quando ela começou a cantar", confessou o actor norte-americano, referindo-se à cantora escocesa, tornada célebre pela sua participação neste programa.
Esta não é a primeira vez que Robin Williams enfrenta o desafio de encarnar uma personagem feminina.
Em 1993, com "Papá para Sempre", o actor retratou um pai divorciado que se mascara de babysitter para estar mais perto dos seus filhos.

Tony Carreira no "Galo"

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Depois do Picnicão gigante, do Concerto em Alhos Vedros, do Doutoramento honoris causa em Pimba Songs, na Universidad de Punta Úmbria e da tournée Ai éme ine Lave uide iú !, temos a honra e o obséquio de ter o grande Tony, entre nós.

O único artista que põe o Carreira à frente de tudo, Tony com a humildade dos grandes cantores( veja-se o caso da diva Maria Callas, do crooner Frank Sinatra ou do Marco Paulo dos Dois Amores) vai incluir a música que dedicou ao "Galo"- Cócórócócó Paloma - no seu próximo albúm, Cantares da Capoeira.

Obrigado, Tony. Que Deus te guarde ( lá longe, bem longe...).

Orgasmo

"Os homens precisam aprender
que algumas mulheres levam até três dias
para ter um orgasmo."
Feminista inglesa na 4ª Conferência
Mundial da ONU sobre a mulher.

"Outras levam apenas três minutos...
e nem precisam de homens."

Réplica de feminisra portuguesa
na mesma conferência.

Os erros - António Barreto

PARA O FUTURO DA UNIÃO e para as políticas europeias, as últimas eleições não tiveram qualquer importância.
Presumia-se, justamente, que também não teriam para Portugal. Engano! Foram decisivas! Desde esse dia, tal como foi dito logo na noite eleitoral, passou a ser oficial que Sócrates não era invencível.
O facto parece simples, mas não é. A partir dessa noite, tudo começou a mudar.
Fidelidades foram postas em causa.
A serenidade desapareceu. O nervosismo cresceu.
Em pouco tempo, foi o que se viu. Tudo correu mal, até um debate dito do Estado da Nação.
Não há nada como os votos! Já muito vinha de trás, caso contrário os resultados eleitorais não teriam sido aqueles.
Mas não era visível, nem oficial. Não havia provas. Passou a haver.
A comparação é excessiva, mas podemos pensar nas primeiras eleições constituintes de 1975: de um dia para o outro, percebeu-se que os socialistas podiam ganhar, que os partidos democráticos eram largamente maioritários e que os revolucionários eram frágeis e minoritários!
Um pouco mais de distância temporal permitir-nos-á estudar melhor este processo de elevação e queda de José Sócrates.
Para a primeira, recordem-se alguns feitos. A rápida ascensão a dirigente nacional.
A obtenção de uma inédita maioria absoluta. A criação de uma expectativa nacional com receptividade popular.
E a aparência de uma determinação rara.
Tudo com ajuda a providencial, como sempre nestes casos, de circunstâncias: a deserção de Guterres, a fuga de Barroso e as trapalhadas de Santana.
O inventário da queda ainda está por fazer. Mas já é possível enumerar alguns erros fatais.
O primeiro, de carácter estratégico, foi o de declarar guerra a vários inimigos antes de ter planos preparados e tropas prontas.
Foram os casos dos juízes, dos professores e dos médicos, entre outros.
No dia de tomada de posse, com alarido e surpresa, atacou os magistrados.
Todos. Culpados e preguiçosos.
Depois, evidentemente, não conseguiu nem soube fazer a reforma da justiça.
Nos dias seguintes, os professores levaram a sua conta. Mandriões e incompetentes.
No fim do mandato, era a guerra civil e tudo está por fazer.
O segundo foi a ausência de um plano B. A intenção primordial era simples: por em ordem, durante três anos, as finanças públicas.
Arranjar uma reserva, uma “folga”, como lhe chamou mais tarde, para gastar no quarto ano e vencer eleições. A crise financeira espatifou tudo.
A “folga” serviu para colar cacos, comprar pensos, reparar avarias e apagar fogos.
Depressa ficou demonstrado que uns mereceram mais atenção do que outros e que a reserva não chegou para tudo, nem para toda a gente, muito pelo contrário.
Esta ausência de plano B ficou a dever-se também à ausência de um plano sério.
Sócrates é amigo do pragmatismo, que louva sem medida.
Há um problema? Nem vale a pena pensar, resolve-se o problema. Um a um.
Aquilo a que alguns chamam “uma visão”, ou “uma ideia”, e que muitos desprezam como inutilidade intelectual e bem pensante, faz falta.
Que ninguém duvide!
O terceiro foi acreditar nos mitos por si criados e na propaganda por si encomendada.
Pensou sinceramente que a Europa fazia líderes nacionais.
Por outras palavras, que o êxito do Tratado de Lisboa faria dele um Primeiro-ministro português inamovível e invulnerável.
Por uns anos, pelo menos. A essa ilusão, acrescentou-se um erro de paralaxe: a certeza de que o êxito do Tratado de Lisboa era seu.
A mitologia das obras públicas, da tecnologia e da “sociedade de informação” são outros exemplos destas crenças adolescentes, segundo as quais as grandes obras criam emprego, a tecnologia faz empresários e os computadores geram cultura e capacidades profissionais.
Esta mitologia foi servida pela mais poderosa máquina de propaganda jamais criada em Portugal ao serviço de um governo.
Assessores, consultores, agências, jornalistas, escribas, empresas especializadas e regras de comportamento e protocolo regularam a vida pública com uma minúcia inédita.
Algures a meio do mandato, os governantes começaram a acreditar no que mandavam dizer de si e no que os seus servidores inventavam para os bajular.
O resultado era previsível: desligaram do país que não se resumia à criação dos especialistas.
Foi este clima que explicou, em parte, a maneira desastrada como o Primeiro-ministro se defendeu mal nos processos que o atingiram mais directamente, incluindo o do Freeport.
O quarto foi ter povoado o conselho de ministros de gente menorizada.
Ou transformada em menor. Mesmo os bons ministros se sentiam constrangidos, diminuídos e serventes, o que previsivelmente negam em público, mas reconhecem em privado.
Um gabinete destes concentra todos os méritos no “chefe”, faz dele a fonte de inspiração.
Torna-o quase um herói. Mas também o contrário: faz dele a origem de todos os males. Transforma-o no único culpado dos erros, no responsável pelos fiascos.
Tentar, em democracia aberta, ocupar todos os espaços, revela desconfiança e insegurança.
Até porque, mais tarde ou mais cedo, os ministros começam a derrapar.
O quinto foi a confusão entre autoridade e rispidez.
A primeira, quando serena, permite a flexibilidade e a correcção. É irmã da segurança.
Se abrasiva, é sinal de insuficiência e de falta de experiência.
Provoca irritação em todos, incluindo no próprio.
Cria um clima de zanga colectiva. Substitui o pensamento pelos berros.
Mantém fiéis pelo medo, não pela fidelidade.
O sexto foi a convicção de que se pode escolher pessoalmente os capitalistas e os empresários.
A ideia de que o mercado se garante e desenvolve graças a intervenções pessoais.
A esperança em que relações pessoais e circunstanciais com investidores são duráveis.
A confiança depositada nos que vivem encostados ao governo.
A certeza de que uma convergência de interesses e de favores, entre empresários e políticos, pode ser a base de um sistema.
Nos últimos meses tem estado à vista o carácter efémero desta crença.
O sétimo foi a cedência às “reformas fracturantes”.
As reformas, por via legal, dos costumes, da sexualidade e dos modos de vida, passaram a ser, na fantasia do Primeiro-ministro e dos cortesãos, o seu passaporte à esquerda, a compensação das suas políticas económicas e laborais.
Como era de esperar, foi o PS que saiu fracturado.
Será ainda possível corrigir estes erros?
Como diz a “Traviata”, quando Alfredo quer reparar os erros:
“É tarde".

António Barreto

sábado, 29 de agosto de 2009

A Capa do Dia

Partidos vão gastar 91 milhões nas campanhas ( podiam só gastar 90 milhões, que é conta certa, e ofereciam-me o restante), um abuso; Líderes políticos nos Gato Fedorentos, um gozo; ERC, na Quadratura do Círculo, uma patetice; Sócrates/Ferreira Leite na SIC, uma seca...

Be OK - Ingrid Michaelson


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...e que fiquem todos OK !!!

Be normal...


Ex - Citação

No Capitalismo, o Homem é explorado pelo Homem. No Socialismo é o contrário.

Winston Churchil

Corto Maltese, o último aventureiro romântico

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Todos os pretextos para homenagear Corto Maltese, o marinheiro, viajante das sete partidas, amante de mulheres enigmáticas ( e haverá outras?), lutador por causas perdidas, e algumas nem tanto, solitário em praias desertas cortadas pelos gritos das gaivotas, à vontade na única Veneza ainda mais sedutora que a real, interlocutor, parco em palavras, de marajás indianos, feiticeiras africanas, monges siberianos, piratas malaios, mães de santo brasileiras e oficiais do exército britânico, para além da mais extensa colecção de personagens insólitas, da história da BD europeia, todos os pretextos, repetimos, são poucos.

E a homenagem estende-se, como é óbvio, ao seu autor - o grande Hugo Pratt, e à sua maneira única de criar ambientes a preto/branco, às sua aguarelas inultrapassáveis, às cidades recriadas, aos roteiros sóbrios mas que nos deixam a sonhar.

Vem aí a Gripe !!!

...Ainda há alguém que aguente?!???

Cartoon de Henrique Monteiro

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

2012

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2012, com John Cusack...é o fim do Mundo ( mas não no bom sentido da expressão )!!!

Mas fiquem descansados, só vai estrear lá para Novembro.

Promessas Eleitorais

Sem Comentários.

Poupe, mas não abuse



Sabemos que os tempos são de Crise, mas também não precisa escolher um Hotel tão mixuruca.

Vai um copo de leite, frio?

Para os amantes de leite, magro e frio, como eu, aqui fica uma sensacional ideia.
Lâmpadas, candeeiros? para espalhar por todo o lado.
Para ligar carregue no ON, para desligar, vire o copo ao contrário.
E assim poderá ter a casa iluminada, suavemente, quando à noite
se levantar para ir ao frigorífico...beber um copo de leite.

Ora, cá estamos, de novo

Vamos tentando sair, devagarinho, devagarinho, da silly season, e reatarmos os bons hábitos...
E para isso aqui fica o Comentário do Zé Manel, numa altura em que a maioria dos Comentadores ainda está de papo para o ar
a trabalhar para o bronze.
O comentário refere-se ao infeliz acidente da derrocada de parte da falésia, na Praia Maria Luísa.
"...Chamado o meu bom senso e ponderação por
um telefonema amigo, comento sem azedume
esta página, espelho da Nação.
O perigo em que vivemos nas praias do Algarve e esse é o tema que me perturba, resulta de vários factores, alguns imponderáveis mas outros descuidados por algumas autoridades no assunto.
Os utentes também não ajudam pois acreditam que a natureza os protege...do Sol e sem outros perigos. Não é, não foi e nunca será verdade !
Mas a CCDR e agora a ARH, também o IA mais o IH e até a PM (advinhem se conseguirem), todos mexem no mesmo caldo mas agora parecerão ratos a fugir a responsabilidades.
E não podemos nem devemos parafrasear o Marquês de Pombal após o terramoto.
Até quando seremos assim?"

Até quando? repetimos nós...

A Eternidade demora muito tempo


Cartoon de Glasbergen
Depois de uns dois meses mais calmos, em que a prioridade
passou a ser o gozo das merecidas férias, os fins de semana prolongados,
as saídas nocturnas ou, simplesmente a preguiça no fresco das
esplanadas ou do ar condicionado dos cinemas,
aproxima-se a hora de reatarmos o trabalho, as aulas, se fôr caso
disso, e o nosso convívio aqui no "Galo".

Estamos a preparar muitas novidades para La Rentrèe,
que vai ser no dia 10 de Setembro
e, também, para uma semana depois - 17 de Setembro,
data em que vamos festejar o nosso 1º Aniversário.

Por isso, pelo vosso lado, bocejem os últimos resquícios de preguiça,
preparem depoimentos para o aniversário,
terminem textos, seleccionem fotografias, enfim,
vamos fazer de La Rentrée, uma festa!!!

A Capa do Dia

379 políticos têm pensão vitalícia, oh, la la; mansão de Damásio à venda por 15 milhões, glup; assassina com golpe no coração, aiiiiiii ;BPN: descobertos documentos na casa de Dias Loureiro, ups...

A fixação probida - Ricardo Araújo Pereira

A afixação de cartazes é um dos momentos mais interessantes da disputa política: gente que, em geral, não tem bom aspecto, procura convencer os cidadãos, exibindo uma fotografia sua.
Os primeiros cartazes desta campanha devem merecer, por isso, uma análise cuidada.
Enquanto esperamos que alguém a faça, o leitor pode sempre entreter-se com a minha.

O cartaz do PS é uma reprodução da bandeira nacional, mas com senhoras verdes à esquerda, senhoras vermelhas à direita, e José Sócrates no lugar da esfera armilar.
É possível que as senhoras verdes estejam verdes de fome, e as senhoras vermelhas estejam vermelhas de irritação por estarem desempregadas.
Mas tanto as senhoras verdes como as senhoras vermelhas olham para o primeiro-ministro com benevolência, o que leva a acreditar que se trata de uma fotomontagem.
Na testa de uma das senhoras vermelhas está o slogan: "Avançar Portugal".
Uma agramaticalidade que pode ser mais um efeito da insatisfação social: tendo em conta o estado a que chegou a relação entre o Governo e os professores, é natural que não tenha havido ninguém a avisar o PS de que "Avançar Portugal" não é das frases mais escorreitas que já foram escritas no nosso idioma.

Em contraponto, os cartazes do PSD apresentam desde logo uma vantagem cromática: são os únicos que incluem uma senhora que não está verde nem vermelha. Manuela Ferreira Leite aparece com a sua cor natural ao lado de frases que o PSD recolheu junto daquela entidade a que antigamente se chamava "povo" e a que hoje se chama "pessoas".
Antes das frases, para que não haja dúvidas sobre a sua autoria, diz: "Ouvimos os Portugueses", assim mesmo, com maiúscula.
O PSD, à semelhança do que sucede com os outros partidos, aproveita a campanha para ouvir os portugueses, e faz questão de os escutar com particular atenção agora, uma vez que vai passar os próximos cinco anos a ignorá-los. Há um tempo para tudo.

O cartaz do PCP contém a palavra "Mudança" (change, em inglês), e a frase "Sim, podemos ter uma vida melhor" (em inglês, "Yes, we can", etc.).
Onde é que eu já ouvi isto? Não me lembro, mas parece-me que a fotografia do cartaz mostra um Jerónimo de Sousa bastante mais bronzeado do que é costume.
A campanha dos comunistas portugueses usa os mesmos lemas que a campanha do chefe do imperialismo americano, facto que mais uma vez me obriga a constatar que não percebo nada de política.

O cartaz mais arriscado é o do CDS.
Ao lado da fotografia de Paulo Portas aparece a frase "Há cada vez mais pessoas a pensarem como nós".
"Sim, mas são todos sócios da Autocoope", dirão os cínicos que sistematicamente identificam o discurso do CDS com o dos taxistas.
O certo é que a mensagem do cartaz é arriscada na medida em que, para chegar à conclusão de que há cada vez mais pessoas a pensar como o CDS, os democratas-cristãos tiveram forçosamente que fazer uma sondagem.
Ora, os democratas-cristãos têm-nos dito com muita insistência que não devemos fiar-nos nas sondagens. Que fazer?
Eis um cartaz que estimula o pensamento político mas também o filosófico.

Quanto ao Bloco, que eu tenha visto, não tem ainda novos cartazes com as suas principais caras. O Bloco tem, evidentemente, caras para pôr em cartazes, mas talvez não saiba ainda quais dessas caras vão estar nos cartazes do PS. Há que esperar e ver quem sobra.

Ricardo Araújo Pereira - Boca do Inferno (Visão)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Katie Melua - Nine Million Bicycles

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Um pouco de romantismo fica bem, na vida de todos nós !

Inglourious Basterds - Quentin Tarantino

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Com o título infeliz, como é muitas vezes hábito, de Sacanas sem Lei está aí mais um Tarantino, que promete. Encabeçado por Brad Pitt, e com Eli Roth e Rod Taylor, o filme, que estreou hoje, deve ser uma versão actualizada de Os 12 Indomáveis Patifes, com todos os tiques, muitas vezes de genialidade, de Tarantino.

Indeciso, eu?

A justa invenção da toponímia municipal

1. RAUL RÊGO, O COMBATENTE

Vaidade, uma desenvergonhada vaidade, um absurdo contentamento têm os autores culturais ao julgar que após a visita da sinistra senhora da dentuça arreganhada vão ficar por aí os seus pobres nomes a enriquecê-los. Não fica nada. Descidos à cova, não fica nada. Alguns, pouquíssimos, serão recordados por décadas. Raramente, muito raramente, por séculos. O ciclo dos milénios está confinado aos antigos gregos e talvez, no futuro, a Leonardo da Vinci.
Os meus grandes autores de há quarenta anos são desconhecidos por completo das novas gerações. Tão grandes eram (são) que sofro ao aperceber-me de quão fugaz foi a imortalidade pétrea que lhes atribuí com não menos pétrea convicção.
São estes os tempos, bem sei, e tudo é finito, mas Portugal em particular é um país sem memória, dominado por uma matronaça chamada Futilidade que deverá ter um enorme calo nas costas pela fartura de pancadinhas de incentivo. Enquanto isso, são tratados à canelada os perigosos marginais do submundo das artes, das letras, das ciências: numa palavra, da Cultura.
Louvo por isso as comissões municipais que piedosamente acolhem os escorraçados, os esquecidos, os impertinentes, os mal-amados num pequenino paraíso da memória perene – a placa toponímica. Memória de pedra, rectangular, sucinta, franca.
Apetece parafrasear uma evocação que, noutro contexto, fez Manuel Halpern no último número do Jornal de Letras: Não desprezem as pessoas da Cultura, depois de mortas sempre servirão para dar nomes às ruas.

Nome de rua. Gostaria de acreditar em duas coisas: que, pelo menos um em cada cem moradores tivesse curiosidade em saber quem foi e o que fez a pessoa cujo nome tantas vezes pronuncia e que inevitavelmente terá de escrever com alguma frequência; e que, já agora, idêntica curiosidade o levasse a saber o nome da árvore que há tantos anos vive a poucos metros da sua porta.

Com alegria tenho sabido ultimamente que amigos magníficos com quem privei e trabalhei têm os seus nomes inscritos em placas toponímicas, sobrelevando desse modo o inditoso esquecimento a que estariam para sempre condenados. Seleccionei três. Uma trilogia que inauguro hoje com Raul Rêgo e prosseguirei com Romeu Correia e Augusto Cabrita.

Raul Rêgo foi meu director em três jornais: dois diários, e o outro tinha data esquiva de saída, com uma produção oficinal sujeita às contingências e riscos da clandestinidade (apesar disso, as respectivas tiragens suplantavam as de todos os jornais portugueses). Autor de vários livros de teor histórico e político, será lembrado, acima de tudo, creio, como o jornalista que mais intrepidamente combateu a Censura durante a Ditadura, de Salazar a Marcelo Caetano.
Um orgulho infantil e terno leva-me a ir somando as ruas do País que têm o nome do meu corajoso director. São já uma dezena, uma das quais, no caso da Amadora, ascendeu a avenida.
Orgulho infantil? Melhor diria: prosápia de menino, porque menino me vejo no centro de uma roda de gente, alvoroçado, cicerone de circunstância, um dedo espetado para a placa que tem o nome do meu director, ao mesmo tempo que me empertigo ao comunicar, grave:
– Foi um dos homens mais íntegros e corajosos que conheci! Que coragem! E que honra, a minha, ter estado ao seu lado em lutas inesquecíveis pela liberdade de expressão!
Neste passo, é possível, é mesmo muito possível, que levante um pouco a voz para ser bem ouvido:
– Antes e depois do 25 de Abril.
Logo se sobrepõe a figura franzina de Raul Rêgo, sempre um tudo-nada agitado, retardando, numa ténue gaguez, a articulação das palavras:
– Isso é passado. Agora temos de seguir em frente. Sobre a questão das ruas... das ruas com o meu nome... Dez?! Ena, quase dava para fazer um roteiro!




Pedro Foyos
Jornalista
Caricatura de Raul Rêgo da autoria de Henrique Tigo
A SEGUIR: ROMEU CORREIA, O PUGILISTA DAS MÃOS DE OIRO

Nasceu mais um Tuga

Liedson na Selecção.
Cartoon de Henrique Monteiro

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Toque de Veludo

Título: Toque de Veludo
Autor:Sarah Waters
Pág.: 432
Ano: 2009
Preço de Capa: €17.5
Editora: Bizâncio
«Um único feixe de luz rosada fragmentava as sombras do palco vazio e, no centro desse feixe, estava uma rapariga. Percebi de imediato que era a rapariga mais maravilhosa que alguma vez tinha visto.»
Um romance irreverente, sensual e multifacetado, cuja acção se desenrola na Inglaterra vitoriana.
Toque de Veludo acompanha a carreira fulgurante de Nan King — a rapariga humilde que se transformou em vedeta do music-hall e que, após um percurso dissoluto, se redescobre como lésbica no East End.
«Uma leitura que não se consegue interromper, uma incursão divertida, provocante e picaresca pelo submundo das lésbicas e homossexuais nos tempestuosos anos 1890.»
Independent on Sunday
«Uma escritora extremamente confiante que alia as descrições precisas e sensuais à ironia e ao humor.»
Observer

Mas que ganda "lata"!!!

Utilizando latas de cerveja e refrigerantes, esmagadas, Charles Kaufman cria um tipo de trabalho, colorido e original, que terá direito a um post, lá mais para a frente.
Por enquanto, não, porque a maioria dos nossos "clientes" continua de férias...


Os Véus de Irina Ionesco

Irina Ionesco é uma fotógrafa polémica, com uma obra assente no Erotismo e mum fetichismo barroco em que a figura feminina está sempre presente.
Uma das modelos mais constantes nos seus trabalhos, é a sua própria filha, desde a mais tenra idade, o que aproxima, segundo alguns, estas fotografias da área da pedofilia.

Por hoje, deixamos aqui algumas fotografias tapadas por véus, mas prometemos para depois da rentrée, a partir de 10 de Setembro, levantá-los num post mais detalhado acerca desta artista.

O casal Perfeito e o Pai Natal

Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita.
Namoraram, casaram-se e formavam um casal perfeito.

Na noite de Natal o casal perfeito seguia de automóvel por uma estrada deserta quando avistou alguém na berma que pedia ajuda.
Pararam. Era nada mais nada menos que o Pai Natal!

O casal perfeito ofereceu-se logo para o ajudar a distribuir os presentes.
O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles.
Pouco depois, numa curva mais traiçoeira, o automóvel derrapou e deu-se um terrível acidente do qual apenas um dos três ocupantes sobreviveu.

Quem: A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Pai Natal?

Quem sobreviveu foi a mulher perfeita.

Na verdade, ela era a única personagem real da história,
uma vez que todos sabemos que nem o Pai Natal
nem o homem perfeito existem...
(Se você é mulher, pode parar de ler; para si a piada acaba aqui.)



Se o Pai Natal não existe e o homem perfeito também não,
quem conduzia era a mulher, o que explica o acidente.

A escultura sonora

Esta enorme escultura, construida com 100 tubos de aço, criada por Mike Tonkin e Anna Liu, produz, de forma aleatórica, música com um alcance de vários quilómetros.
Os tubos, quando atravessados pelo vento, funcionam como enormes flautas, que, dependendo da intensidade e direcção dos ventos vão produzindo notas e melodias variadas.
...Uma escultura que merece um assobio, ou vários, de admiração!!!

A morte do último dos irmãos Kennedy

Morreu esta madrugada Edward M. Kennedy, senador pelo Estado do Massachusetts e irmão mais novo de John Kennedy, o Presidente assassinado em 1963, e Robert Kennedy, assassinado em 1968 durante a campanha eleitoral para a Presidência dos Estados Unidos.

Acaba assim a saga dos Kennedy Brothers, que ocuparam os mais altos lugares da hierarquia política norte-americana, rodeados de escândalos sexuais, envolvendo estrelas como Marylin Monroe, o nunca esclarecido suicídio desta, um acidente mortal com fuga do local, que afastou, depois disso, Ted de qualquer corrida presidencial, assassinatos com duvidosos culpados, viúvas inconsoláveis casadas com gregos milionários, a morte num desastre de avião do descendente mais carismático, o casamento de uma sobrinha com uma estrela hollywoodesca, muito luxo e charme, beleza e um lado escondido, mais obscuro.

Edward Kennedy contava 77 anos e morreu com um cancro no cérebro.

A Capa do Dia

Coragem não vai faltar...mas era capaz de ser melhor que não faltassem golos. Ou não?

Falta de Sexo


Enviado por Paula Bárbara

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A Imaginação ao Poder

M.C.Escher e o seu onirismo surrealista delirante.

Ex - Citação

"Quanto mais precisas para viver,
mais tens de trabalhar e menos tempo tens para ti.
O maior dos luxos é o tempo.
O tempo é o meu maior património. "

Miguel Esteves Cardoso

Lago dos Cisnes

O que me dizem da beleza desta imagem?

A Capa do Dia

Mais direitos para uniões de facto, é um facto; o consumo de heroína aumenta, contra factos...;
Obama prepara site em nome da transparência, de facto; as praias mais perigosas do Algarve, queremos factos !

Brrr, que frio...

Antes de entrarem na água, vejam sempre a temperatura da mesma.

Enviado por Paula Bárbara

8-Bit Trip


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Para os amantes de Cinema de Animação aqui fica este exemplo, com bons momentos gráficos e uma boa ligação entre a música e o movimento.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

King Creole - o Rei, duas vezes

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Já sei que o Adriano vai falar no Museu de Arte Antiga. Paciência...Mas aqui fica The King, no King Creole, para os que gostam. Eu, por exemplo.

domingo, 23 de agosto de 2009

Procura-se Fugitivo Internacional

O FBI, e outras forças policiais internacionais, pedem-nos que, graças aos milhares de visitantes diários que seguem o "Galo", os ajudemos na tentativa de busca do mais procurado foragido, dos últimos tempos.

Este perigoso cadastrado, que usa várias identidades, foi acompanhante assíduo de Angelina Jolie até, um dia, o Brad Pitt ter chegado a casa, mais cedo. Usava então a nacionalidade norte americana e respondia pelo nome de Billy Bob.Depois passou uns tempos em Luanda, sob disfarce lusitano.
Foi detectado porque escrevia o tradicional nome próprio Luís com z (Luíz). Erro fatal...

Foi visto, pela última vez, em Melides, descoberto por uma caçadora de talentos que fingindo convidá-lo para um casting conseguiu fotografá-lo, em plena praia.
Dão-se alvíssaras a quem nos fornecer novos elementos.

A grande Caldeirada do Isaltino

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Isto é uma Caldeirada que me foi oferecida por uma amiga minha que tem contas na Suiça e uns negóciozitos com uns empreiteiros que por sua vez meteram umas cunhas a uns políticos amigos, para ver se lhe aprovam uns projectos ou se, pelo menos, a autorizam a fazer mais dois andares numas casas clandestinas que ela tem numa área protegida, com ordem de demolição há vários anos mas que ela, com umas ofertas em envelopes ao autarca local, tem conseguido protelar...( to be continued)

Enviado pela Contessa

Praias Seguras

Razão têm os gauleses do Asterix e o seu medo de que o Céu lhes possa cair em cima...

Cartoon de Henrique Monteiro

Os Amigos de Alex, perdão, de Melides

Iniciavam-se os Anos 80.
Os ventos da Revolução de Abril já se faziam sentir mais suaves, embora as cabeças bem pensantes ainda se dividissem entre o MRPP, a UDP e outras siglas levadas, entretanto, pelo esquecimento.
Nos States, Ronald Reagan, e Margaret Thatcher, no Reino Unido, decidiam os destinos do planeta.
Por cá, Ramalho Eanes transmitia uma austeridade que não era seguida pelos portugueses, urbanos e informados, na casa dos 20/30 anos
A sexualidade reprimida durante décadas, dera origem a uma série de divórcios, experiências múltiplas, quando não simultâneas, a procura do prazer pelo prazer, do encontro com a Natureza, a busca das coisas, aparentemente, simples.
Rumava-se para a selvagem Cacela Velha, para o Meco...e para Melides.

A pioneira terá sido a Catarina San Payo. Depois, seguiram-se os amigos, namoradas dos amigos e ex-amigos das namoradas, ex-namorados com as novas mulheres e ex-mulheres com novos amigos, numa sucessão sucessiva, que se seguiu, sucessivamente... César Monteiro, TV Producer, Luiz Lopes da Silva e Carlos Fogaça, empresários, Sofia Empis, do Parlamento Europeu, a médica Teresa Assis e o jornalista Mário Rui de Castro, formaram o núcleo duro, que se mantem até hoje. Compraram casas velhas, muitas delas a cair de podre, fizeram obras profundas com utilização de novos materiais e muita criatividade e foram descobrindo os prazeres da zona - praias ainda em estado selvagem, peixe de qualidade e um clima temperado, sem excessos.

Era a época em que as mulheres descobriam o topless, no mínimo.
Mas o mais habitual era mesmo o nudismo. A tentativa da descoberta do Paraíso Perdito, com tudo ao léu.
E já agora, num intervalo indiscreto, podemos informar que um dos sócios fundadores tinha o cognome de O Pilas de Melides.
Para as senhoras, e eventualmente senhores interessados, a razão do nome, era a exuberância do dito.

Entretanto, foram surgindo os filhos e, nalguns casos, até os netos.
A tradição de se juntarem durante as férias instalou-se, mas agora com o grupo acrescido, primeiro, por crianças, depois por adolescentes que, já com outros hábitos, foram preservando o ambiente familiar e amigo, que é captável por qualquer forasteiro, como eu, que tive o previlégio de, por várias vezes, ter sido convidado pelo Luiz Lopes da Silva, gentleman hospitaleiro e amigo.
Os pédipapers, caminhadas, chás em casa de um e outro, conversas de praia, tertúlias literárias, cantorias e bailaricos, sucedem-se, ajudando a manter, fortalecer, este espírito colectivo que o "Galo"quiz homenagear.
Umas últimas palavras para a Nova Aberta que, apesar da infelicidade do nome, é uma praia magnífica, quase deserta mesmo num fim-de-semana de Agosto, com um areal imenso de areia fina e clara e um mar batido.
Pena é que o restaurante de apoio sirva apenas umas saladinhas de polvo e atum, muito agradáveis por sinal, e umas tostas bem confeccionadas.
Mas faz falta um bom peixe grelhado, acompanhado de um branco gelado, enquanto lá ao longe a bola vermlha do sol desaparece.
Obrigado, Luiz, por mais este bom momento que nos proporcionaste.