sábado, 2 de maio de 2009

Uma questão de Pontuação

Um ricaço, à hora da morte. pediu papel e escreveu :
"Deixo minha fortuna a minha irmã não a meu sobrinho
jamais será paga a conta do merceeiro nada dou aos pobres. "
Morreu sem conseguir fazer a pontuação. A quem deixou os bens?
Eram quatro os pretendentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho.
Jamais será paga a conta do merceeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida.
Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho.
Jamais será paga a conta do merceeiro. Nada dou aos pobres.

3) O merceeiro pediu para ler o original.
Puxou a leitura para o seu lado:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais!
Será paga a conta do merceeiro. Nada dou aos pobres.

4) Nesse momento chegaram os pobres da cidade.
Um deles, mais esperto, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais!
Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:
"A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras.
Nós é que fazemos sua pontuação.
E isso faz toda a diferença... "

3 comentários:

  1. Moira de Trabalho2 de maio de 2009 18:07

    Há várias destas mas a minha preferida é a que expõe de forma inequívoca o ponto de vista do homem versus mulher. A saber:

    "Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de gatas atrás de si."

    Agora, o sentido dependerá se se põe a vírgula antes ou depois de 'a mulher'...

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  2. Andar de gatas... não faz o meu género!
    Só mesmo os gatos, os reais, especialmente o meu...

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